https://rapeo.apeo.pt/index.php/rapeo/issue/feedRevista da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras 2025-08-20T06:18:56+00:00RAPEOpmj@apeo.ptOpen Journal Systems<p>A Revista da APEO tem como objetivo promover a reflexão sobre temáticas relacionadas com a saúde sexual e reprodutiva, bem como sobre o conhecimento desenvolvido nesta área. Procura ainda ser um espaço de divulgação de diretrizes nacionais e einternacionais para um cuidado humanizado e de excelência. </p> <p>Está registada com o ISSN 1646-3625 (Impresso) e 2182-3006 (eletrónico).</p> <p>A RAPEO encontra-se arquivada/preservada na Public Knowledge Project Preservation Network (PKP PN).</p>https://rapeo.apeo.pt/index.php/rapeo/article/view/39Enfermagem Autónoma em Saúde Materna2023-10-23T00:27:10+00:00Carina Rodriguescarina.rodrigues@ulsba.min-saude.ptCídália Nilha Moreiracidalia.moreira@ulsba.min_saude.ptJesus Caeirojesus.caeiro@ulsba.min-saude.ptLuzia Fialholuzia.fialho@ulsba.min-saude.ptMaria Espernegamaria.espernega@ulbsa.min-saude.ptSolange Silvasolange.silva@ulsba.min-saude.ptÚrsula Carvalhoursula.carvalho@ulsba.min-saude.pt<p>A maternidade constitui um período de adaptação e reconstrução da identidade da mulher, exigindo cuidados especializados que promovam a saúde da grávida, do recém-nascido e da família. A vigilância da saúde materna, quando estruturada em intervenções de qualidade, revela impacto significativo na prevenção da doença e na promoção de experiências positivas.</p> <p><strong>Objetivo</strong></p> <p>Caracterizar e avaliar os cuidados prestados em saúde materna no âmbito do projeto desenvolvido pelo grupo EESMO da ULSBA.</p> <p><strong>Método</strong></p> <p>Estudo quantitativo, exploratório e descritivo, realizado com uma amostra estratificada de 808 grávidas acompanhadas em 2022. Os dados foram recolhidos através de registos clínicos numa base de dados criada para o efeito.</p> <h3><strong>Resultados</strong></h3> <p>Verificou-se que 42% das crianças foram amamentadas em exclusivo até ao 4.º mês de vida; realizaram-se cerca de 2000 registos cardiotocográficos e 1803 consultas especializadas em saúde materna. Do total, 56% das grávidas frequentaram cursos de preparação para o parto, 97% foram vacinadas com a Tdpa e 94,5% realizaram despiste de infeções.</p> <h3><strong>Conclusões</strong></h3> <p>Os resultados reforçam a pertinência do projeto e a importância da atuação autónoma do EESMO, evidenciando impacto positivo na promoção da saúde e prevenção da doença. Torna-se relevante dar continuidade às atividades e desenvolver estudos futuros que avaliem novos indicadores de qualidade, como a satisfação materna com a experiência de parto e a presença de acompanhante.</p> <p> </p>2023-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras https://rapeo.apeo.pt/index.php/rapeo/article/view/23Teleenfermagem na amamentação 2023-04-04T13:01:48+00:00Sandrine Lopesslopes@arsnorte.min-saude.ptMaria da Conceição Veiga Guimarãesmcvguimaraes@arsnorte.min-saude.ptAna Cândida da Silva Ferreira Alvesacalves@arsnorte.min-saude.ptHelena Alexandra Ramada Maiahmaia@arsnorte.min-saude.ptBárbara Luísa Cardoso Almeida Leitãobarbara@esenf.pt<p>A amamentação representa um grande desafio para a mulher/casal, com consequentes reajustes físicos, psicológicos e familiares. A evidência científica tem demonstrado que as vantagens do aleitamento materno são inúmeras para a mãe e para a criança, a curto e a longo prazo, mas também para a sociedade. As unidades de cuidados na comunidade e os seus profissionais de saúde, através dos cuidados que prestam, constituem-se importantes recursos para ultrapassar com sucesso novos desafios. Com a COVID-19 surgiram práticas clínicas e comportamentos parentais não promotores da amamentação. A UCC Cuidar, em 2020, reformulou a sua prática assistencial e procurou com a teleenfermagem promover e apoiar a amamentação. Consequentemente, verificou-se que os dados obtidos junto das utentes revelam uma satisfação elevada (93.9%) com a teleenfermagem. Por outro lado, os indicadores nacionais que têm como objetivo monitorizar os resultados das práticas de promoção e suporte ao aleitamento materno dos profissionais das UCC, foram maiores comparativamente aos anos anteriores.</p>2025-09-05T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras https://rapeo.apeo.pt/index.php/rapeo/article/view/27Violência Obstétrica 2024-01-17T03:58:15+00:00Irina Neves Dutraneves.irina@campus.esel.ptSara Gráciosaragracio@campus.esel.ptCátia Lopescatialopes@campus.esel.ptQueila Guedesqueilag@esel.pt<p>Nos últimos anos, Portugal tem registado um acentuado decréscimo da natalidade, associado à crescente medicalização do parto.<br />Isto coloca desafios à humanização dos cuidados de saúde materna.<br />As mulheres procuram cada vez mais partos seguros, que respeitem as suas escolhas e expetativas.<br />Destaca-se a importância de indicadores como a satisfação materna e a presença de acompanhante.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Refletir sobre o conceito de violência obstétrica, identificando indicadores da sua incidência nas instituições de saúde </p> <p><strong>Método: </strong>Revisão da literatura com recurso à plataforma EBSCO HOST e Google Académico, bem como a exploração de <em>websites</em> de associações profissionais e de utentes, legislação e orientações de entidades de referência. </p> <p><strong>Resultados: </strong>A violência obstétrica é definida essencialmente como um entrave à autonomia e liberdade da parturiente sobre si própria, estando relacionado com a prática de intervenções sem o consentimento da mulher durante o trabalho de parto.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>Violência obstétrica não é definida por entidades de referência como a DGS ou a OMS, restando a evidência científica para a sua definição. Urge a necessidade de recolha e análise de novos indicadores como a satisfação da mulher com a sua experiência de parto e a presença de acompanhante, para se avaliar a prevalência desta problemática nas instituições de saúde.</p> <p> </p> <p> </p>2025-08-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras